
(Créditos: Divulgação/Ministério Público de Rondônia)
Apesar de quase 80% da população de Sergipe se autodeclarar preta ou parda, segundo os dados mais recentes do IBGE, o estado chefiado por Fábio Mitidieri (PSD) é o único do Brasil que adota um percentual irrisório de 10% de cotas raciais em concursos públicos.
O dado, por si só, já evidencia um descompasso entre a composição demográfica da população e as políticas de acesso ao serviço público. Mas a situação se torna ainda mais crítica diante de um prazo: a legislação que garante esse percentual tem validade até 2027 e, até o momento, não há sinalização concreta de que será renovada ou ampliada. A reportagem procurou a Secretaria de Estado da Assistência Social, Inclusão e Cidadania (SEASIC), mas a pasta não respondeu sobre o assunto — vale dizer que esta tem sido uma prática corriqueira da SEASIC em relação às solicitações da Mangue.
O alerta sobre está na pesquisa “O Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial e as Experiências de Enfrentamento aos Racismos no Serviço Público em Estados e Municípios”, produzida pelo CEPEJE Antidiscriminação, grupo de pesquisa do Departamento de Direito da Universidade Federal de Sergipe (UFS).
Leia a reportagem completa de Wendall Carmp na Mangue Jornalismo.
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