
A falta de concurso público para serviços essenciais tem gerado prejuízos diretos à população sergipana. Quando governos transferem responsabilidades essenciais para organizações privadas e prioriza os cargos em comissão, o resultado costuma ser a piora da qualidade do atendimento, atraso de salários e falta de fiscalização. Esse modelo fragiliza políticas públicas, enfraquece o controle social e deixa o cidadão sem garantia de direitos básicos. Essa semana, o tema foi pauta de duas publicações do jornalista Adiberto de Souza no Portal Infonet.
Na quarta, dia 26, a coluna destacou a denúncia do Sintese contra o governo de Fábio Mitidieri. Segundo o sindicato, enquanto o Executivo afirma não ter recursos para atender às reivindicações dos professores, enviou à Assembleia Legislativa um projeto prevendo gratificações de até R$ 3 mil para ocupantes de cargos em comissão na Secretaria de Estado da Educação. Para a entidade, isso evidencia uma contradição na gestão dos recursos públicos e uma priorização indevida que desvaloriza a categoria.
Já na quinta, dia 27, a coluna abordou a audiência realizada pela Câmara de Aracaju para discutir a terceirização dos serviços públicos. No debate, reforçou-se que governo do estado e prefeituras vêm transferindo suas responsabilidades para Organizações Sociais, muitas vezes sem fiscalização adequada. O resultado, segundo a análise publicada, é a oferta de serviços precários e a ampliação dos problemas enfrentados pelos trabalhadores e pela população que depende dessas políticas.
Confira as publicações no Portal Infonet nos links abaixo:
Professores acusam o governo Mitidieri de fazer farra com dinheiro público
Em Sergipe, o povo é vítima da terceirização dos serviços públicos
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